A NT: Orchestrating technology to move businesses forward. A NTConsult é uma empresa global de tecnologia com mais de 20 anos de experiência consolidada. Entregamos soluções digitais críticas para o negócio, orquestradas e com integração de ponta a ponta e impacto em escala corporativa. Fomentamos o crescimento pessoal e profissional do nosso time por meio de uma cultura colaborativa, com autonomia, oportunidades de carreira e projetos significativos que geram impacto real. Confira nossa página nacional e internacional em: www.ntconsult.com.br e www.ntconsultcorp.com.
O projeto: Estamos procurando excepcionais Tech Leads para esta oportunidade totalmente remota de trabalhar com um cliente com mais de 20 anos de atuação e com atuação em 30 países, desenvolvendo soluções que ajudam a gerenciar as atividades da gestão de produção animal. Buscam uma pessoa apaixonada por tecnologia, desenvolvimento de software e inovação através de Inteligência Artificial. Você garantirá a estabilidade operacional da plataforma em produção e a prontidão da infraestrutura, atuando como referência técnica sênior do time de infraestrutura e conduzindo tecnicamente os profissionais de DevOps, além de responder pela condução do processo de resposta a incidentes entre infraestrutura e aplicação.
Responsabilidades:
Responsabilidade técnica pela infraestrutura:
- Responder pela disponibilidade e pela saúde da infraestrutura em produção, liderando a resposta a incidentes de ponta a ponta: conduzir a investigação, acionar aplicação e DBA, decidir e executar rollback e comunicar status às áreas de negócio.
- Orquestrar a atuação dos profissionais de DevOps do time durante a operação e nos incidentes — distribuir frentes de investigação, definir prioridades e garantir que não haja sobreposição nem lacuna de cobertura.
- Acionar os responsáveis pelos times de desenvolvimento sempre que a resolução depender da aplicação, trazendo-os para dentro do incidente com o problema já caracterizado tecnicamente pela infraestrutura.
- Gerar backlog técnico para os times de desenvolvimento e cobrar a resolução. Quando a infraestrutura identificar a origem de um problema na aplicação — uma consulta do S4 que degrada o banco, por exemplo —, cabe a esta posição registrar a demanda, dimensionar o impacto e acompanhar o gestor do time responsável até a entrega. Não basta apontar: é preciso sustentar a cobrança.
- Instituir disciplina de rollback. O padrão atual é investigar por horas antes de reverter a última mudança — em um dos incidentes foram três horas até desligar a réplica introduzida na véspera. A primeira pergunta em qualquer incidente precisa ser "o que mudou".
- Conduzir postmortem com causa raiz documentada e garantir que a evidência exista quando for necessária. O incidente de 04/06 não pôde ser investigado porque os logs venceram a retenção de 30 dias — revisar essa política é entrega das primeiras semanas.
Curadoria técnica de mudanças:
- Avaliar impacto de negócio antes de qualquer alteração em produção e vetar o que não for necessário durante a janela de transição de plataforma.
- Restabelecer a confiança no ciclo homologação ? produção. O histórico é de mudanças validadas em homologação que derrubaram a produção. A orientação da diretoria do cliente é explícita: não se testa em produção.
- Estruturar validação que reproduza carga real — o ambiente atual não simula os picos de produção, na ordem de 3.000 requisições/min de GET nas janelas de 9h–12h e 14h–17h.
- Definir plano de teste e critério de go/no-go para os itens de alto risco em aberto: aplicação do PgBouncer, redução de infraestrutura e upgrade do PostgreSQL 13 ? 17.
Gestão de métricas e proatividade:
- Assumir a gestão ativa de métricas e alertas: questionar o que está sendo medido, propor novos alertas e eliminar ruído. O monitoramento evoluiu recentemente, mas a proatividade não acompanhou.
- Estabelecer rotina de checagem antecipatória, atuando sobre degradação antes que se converta em incidente.
- Endereçar os erros hoje mascarados pelo superdimensionamento. O ambiente opera no limite superior, o que esconde timeouts e erros 500 visíveis nos gráficos — e a redução de máquinas está no plano
Liderança técnica do time:
- Ser o ponto de consulta sênior do time de infraestrutura, orientando em cenários complexos e revisando soluções antes da execução.
- Endereçar os elementos de legado do S4 atual, hoje mais densos do que o repertório do time comporta.
- Acompanhar a qualidade das atividades e desenvolver a maturidade técnica dos profissionais pleno e júnior.
Processo e comunicação:
- Estruturar o processo formal de comunicação entre infraestrutura e aplicação. Ponto levantado pelas duas diretorias: o time de produto se queixa de mudanças não comunicadas e, quando ocorre um problema, ninguém sabe o que foi alterado.
- Implantar mapa de responsáveis por módulo com canal direto de acionamento, no modelo de NOC.
- Documentar procedimentos operacionais, roteiros de resposta a incidente e critérios de escalonamento.
Gestão de capacidade:
- Avaliar a capacidade da infraestrutura frente ao crescimento do negócio.
- Validar criticamente os testes de carga já realizados para o novo S4. A diretoria colocou a dúvida diretamente: ninguém hoje garante, com senioridade, que a plataforma suporta a carga projetada.
- Recomendar dimensionamento e evolução de arquitetura com base em dados.
Os requisitos mandatórios:
- Experiência consolidada como SRE, DevOps sênior ou tech lead de infraestrutura em ambiente SaaS de produção com carga relevante.
- PostgreSQL em profundidade — o requisito mais crítico. Análise de locks e gestão de conexões, tuning, pooling (PgBouncer), planos de execução, réplicas e estratégia de índices.
- Google Cloud Platform, incluindo Cloud SQL, dimensionamento de recursos (HPA/VPA) e gestão de custo;
- Experiência com GKE – Google Kubernetes Engine;
- Observabilidade e leitura de séries temporais para diagnóstico (Prometheus, Grafana, Loki, Opentelemetry);
- Gestão de incidentes com método: causa raiz, postmortem e disciplina de rollback;
- Experiência com IaC - Infraestrutura como código (Terraform);
Os diferenciais:
- Vivência em NOC ou centro de operações.
- Experiência em migração de plataforma legada para arquitetura nova, atuando na frente de capacidade.
- Testes de carga e engenharia de performance.
- Familiaridade com Python e Node.js suficiente para dialogar tecnicamente com os times de desenvolvimento e caracterizar problemas de aplicação com propriedade — o S4 atual é Python e o novo S4 é Node.